sábado, 13 de setembro de 2008

A sensível...

Foi então que ela atravessou uma crise que nada parecia ter a ver com sua vida: uma crise de profunda piedade. A cabeça tão limitada, tão bem penteada, mal podia suportar perdoar tanto. Não podia olhar o rosto de um tenor enquanto este cantava alegre - virava para o lado o rosto magoado, insuportável, por piedade, não suportando a glória do cantor. Na rua de repente comprimia o peito com as mãos enluvadas - assaltada de perdão. Sofria sem recompensa, sem mesmo a simpatia por si própria.Essa mesma senhora, que sofreu de sensibilidade como de doença, escolheu um domingo em que o marido viajava para procurar a bordadeira. Era mais um passeio que uma necessidade. Isso ela sempre soubera: passear. Como se ainda fosse a menina que passeia na calçada. Sobretudo passeava muito quando "sentia" que o marido a enganava. Assim foi procurar a bordadeira, no domingo de manhã. Desceu uma rua cheia de lama, de galinhas e de crianças nuas - aonde fora se meter! A bordadeira, na casa cheia de filhos com cara de fome, o marido tuberculoso - a bordadeira recusou-se a bordar a toalha porque não gostava de fazer ponto de cruz! Saiu afrontada e perplexa. "Sentia-se" tão suja pelo calor da manhã, e um de seus prazeres era pensar que sempre, desde pequena, fora muito limpa. Em casa almoçou sozinha, deitou-se no quarto meio escurecido, cheia de sentimentos maduros e sem amargura. Oh pelo menos uma vez não "sentia" nada. Senão talvez a perplexidade diante da liberdade da bordadeira pobre. Senão talvez um sentimento de espera. A liberdade.Até que, dias depois, a sensibilidade se curou assim como uma ferida seca. Aliás, um mês depois, teve seu primeiro amante, o primeiro de uma alegre série.
***
Clarice Lispector

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A Viagem


Impossível explicar. Afastava-se aos poucos da­quela zona onde as coisas têm forma fixa e arestas, onde tudo tem um nome sólido e imutável. Cada vez mais afundava na região líquida, quieta e insondável, onde pairavam névoas vagas e frescas como as da madrugada. Da madrugada erguendo-se no campo. Na fazenda do tio acordara no meio da noite. As tábuas da casa velha rangiam. De lá do primeiro andar, solta no espaço escuro, afundara os olhos na terra, procurando as plantas que se torciam enrodilhadas como víboras. Alguma coisa piscava na noite, espiando, espiando, olhos de um cão deitado, vigi­lante. O silêncio pulsava no seu sangue e ela arfava com ele. Depois a madrugada nasceu sobre as cam­pinas, rosada, úmida. As plantas eram de novo ver­des e ingênuas, o talo fremente, sensível ao sopro do vento, nascendo da morte. Já nenhum cão vigiava a fazenda, agora tudo era um, leve, sem consciência. Havia então um cavalo solto na campina quieta, a mobilidade de suas pernas apenas adivinhada. Tudo impreciso, mas de súbito na imprecisão encontrara uma nitidez que ela apenas adivinhara e não pudera possuir inteiramente. Perturbada pensara: tudo, tudo.As palavras são seixos rolando no rio. Não fora feli­cidade o que sentira então, mas o que sentira fora fluido, docemente amorfo, instante resplandecente, instante sombrio. Sombrio como a casa que ficava na estrada coberta de árvores folhudas e poeira do cami­nho. Nela morava um velho descalço e dois filhos, grandes e belos reprodutores. O mais novo tinha olhos, sobretudo olhos, beijara-a uma vez, um dos melhores beijos que jamais sentira, e alguma coisa erguia-se no fundo de seus olhos quando ela lhe es­tendia a mão. Essa mesma mão que agora repousava sobre o espaldar de uma cadeira, como um pequeno corpinho aparte, saciado, negligente. Quando era pe­quena costumava fazê-la dançar, como a uma moci­nha tenra. Dançara-a mesmo para o homem que fu­gia ou fora preso, para o amante — e ele fascinado e angustiado terminara por apertá-la, beijá-la como se realmente a mão sozinha fosse uma mulher. Ah, vivera muito, a fazenda, o homem, as esperas. Ve­rões inteiros, onde as noites decorriam insones, dei­xavam-na pálida, os olhos escuros. Dentro da insônia, várias insônias. Conhecera perfumes. Um cheiro de verdura úmida, verdura aclarada por luzes, onde? Ela pisara então na terra molhada dos canteiros, enquanto o guarda não prestava atenção. Luzes pen­dendo de fios, balançando, assim, meditando indife­rentes, música de banda no coreto, os negros farda­dos e suados. As árvores iluminadas, o ar frio e arti­ficial de prostitutas. E sobretudo havia o que não se pode dizer: olhos e boca atrás da cortina espian­do, olhos de um cão piscando a intervalos, um rio rolando em silêncio e sem saber. Também: as plan­tas crescendo de sementes e morrendo. Também:longe em alguma parte, um pardal sobre um galho e alguém dormindo. Tudo dissolvido. A fazenda tam­bém existia naquele mesmo instante e naquele mes­mo instante o ponteiro do relógio ia adiante, enquan­to a sensação perplexa via-se ultrapassada pelo re­lógio.Dentro de si sentiu de novo acumular-se o tem­po vivido. A sensação era flutuante como a lembran­ça de uma casa em que se morou. Não da casa pro­priamente, mas da posição da casa dentro de si, em relação ao pai batendo na máquina, em relação ao quintal do vizinho e ao sol de tardinha. Vago, lon­gínquo mudo. Um instante... acabou-se. E não po­dia saber se depois desse tempo vivido viria uma con­tinuação ou uma renovação ou nada, como uma barreira. Ninguém impedia que ela fizesse exatamen­te o contrário de qualquer das coisas que fosse fazer: ninguém, nada... não era obrigada a seguir o pró­prio começo... Doía ou alegrava? No entanto sen­tia que essa estranha liberdade que fora sua maldi­ção, que nunca ligara nem a si própria, essa liber­dade era o que iluminava sua matéria. E sabia que daí vinha sua vida e seus momentos de glória e daí vinha a criação de cada instante futuro.Sobrevivera como um germe ainda úmido entre as rochas ardentes e secas, pensava Joana. Naquela tarde já velha — um círculo de vida fechado, tra­balho findo —, naquela tarde em que recebera o bilhete do homem, escolhera um novo caminho. Não fugir, mas ir. Usar o dinheiro intocado do pai, a he­rança até agora abandonada, e andar, andar, ser humilde, sofrer, abalar-se na base, sem esperanças. Sobretudo sem esperanças.Amava sua escolha e a serenidade agora alisava-lhe o rosto, permitia vir à sua consciência mo­mentos passados, mortos. Ser uma daquelas pessoas sem orgulho e sem pudor que a qualquer instante se confiam a estranhos. Assim antes da morte ligar-se-ia à infância, pela nudez. Humilhar-se afinal. Como pisar-me bastante, como abrir-me para o mundo e para a morte?O navio flutuava levemente sobre o mar como sobre mansas mãos abertas. Inclinou-se sobre a mu­rada do convés e sentiu a ternura subindo vagarosa­mente, envolvendo-a na tristeza.No convés os passageiros andavam de um lado para outro, suportando mal a espera do lanche, an­siosos por reunir o tempo ao tempo. Alguém disse, a voz magoada: olhe a chuva! Realmente aproximava-se a névoa cinzenta, olhos cerrados. Daí a pouco viam-se pingos largos caírem sobre as tábuas do convés, o barulho de alfinetes tombando, e sobre a água, furando-lhe imperceptivelmente a superfície. O vento esfriou, levantaram-se as golas dos casacos, os olhares subitamente inquietos, fugindo da melanco­lia como Otávio com seu medo de sofrer. De profundis...De profundis? Alguma coisa queria falar... De profundis... Ouvir-se! prender a fugaz oportunida­de que dançava com os pés leves à beira do abismo. De profundis. Fechar as portas da consciência. A princípio perceber água corrompida, frases tontas, mas depois no meio da confusão o fio de água pura tremulando sobre a parede áspera. De profundis. Aproximar-se com cuidado, deixar escorrerem as primeiras vagas. De profundis... Cerrou os olhos, mas apenas viu penumbra. Caiu mais fundo nos pen­samentos, viu imóvel uma figura magra debruada de vermelho-claro, o desenho com um dedo úmido de sangue sobre um papel, quando se arranhara e en­quanto o pai procurava iodo. No escuro das pupilas, os pensamentos alinhados em forma geométrica, um superpondo-se ao outro como um favo de mel, alguns casulos vazios, informes, sem lugar para uma refle­xão. Formas fofas e cinzentas, como um cérebro. Mas isso ela não via realmente, procurava imaginar tal­vez. De profundis. Vejo um sonho que tive: palco es­curo abandonado, atrás de uma escada. Mas no mo­mento em que penso "palco escuro" em palavras, o sonho se esgota e fica o casulo vazio. A sensação murcha e é apenas mental. Até que as palavras "pal­co escuro" vivam bastante dentro de mim, na minha escuridão, no meu perfume, a ponto de se tornarem uma visão penumbrosa, esgarçada e impalpável, mas atrás da escada. Então terei de novo uma verdade, o meu sonho. De profundis. Por que não vem o que quer falar? Estou pronta. Fechar os olhos. Cheia de flores que se transformam em rosas à medida que o bicho treme e avança em direção ao sol do mesmo modo que a visão é muito mais rápida que a palavra, escolho o nascimento do solo para... Sem sentido. De profundis, depois virá o fio de água pura. Eu vi a neve tremer cheia de nuvens rosadas sob a função azul das vísceras cobertas de moscas ao sol, a im­pressão cinzenta, a luz verde e translúcida e fria que existe atrás das nuvens. Fechar os olhos e sentir co­mo uma cascata branca rolar a inspiração. De profundis. Deus meu eu vos espero, Deus vinde a mim. Deus, brotai no meu peito, eu não sou nada e a desgraça cai sobre minha cabeça e eu só sei usar pala­vras e as palavras são mentirosas e eu continuo a so­frer, afinal o fio sobre a parede escura. Deus vinde a mim e não tenho alegria e minha vida é escura como a noite sem estrelas e Deus por que não existes den­tro de mim? por que me fizeste separada de ti? Deus vinde a mim, eu não sou nada, eu sou menos que o pó e eu te espero todos os dias e todas as noites, aju­dai-me, eu só tenho uma vida e essa vida escorre pelos meus dedos e encaminha-se para a morte sere­namente e eu nada posso fazer e apenas assisto ao meu esgotamento em cada minuto que passa, sou só no mundo, quem me quer não me conhece, quem me conhece me teme e eu sou pequena e pobre, não sa­berei que existi daqui a poucos anos, o que me resta para viver é pouco e o que me resta para viver no entanto continuará intocado e inútil, por que não te apiedas de mim? que não sou nada, dai-me o que preciso. Deus, dai-me o que preciso e não sei o que seja, minha desolação é funda como um poço e eu não me engano diante de mim e das pessoas, vinde a mim na desgraça e a desgraça é hoje, a desgraça é sempre, beijo teus pés e o pó dos teus pés, quero me dissolver em lágrimas, das profundezas chamo por vós, vinde em meu auxílio que eu não tenho peca­dos, das profundezas chamo por vós e nada responde e meu desespero é seco como as areias do deserto e minha perplexidade me sufoca, humilha-me, Deus, esse orgulho de viver me amordaça, eu não sou nada, das profundezas chamo por vós, das profundezas cha­mo por vós das profundezas chamo por vós das pro­fundezas chamo por vós...Agora os pensamentos já se solidificavam e ela respirava como um doente que tivesse passado pelo grande perigo. Alguma coisa ainda balbuciava den­tro dela, porém seu cansaço era grande, tranqüili­zava seu rosto em máscara Usa e de olhos vazios. Das profundezas a entrega final. O fim...Mas das profundezas como resposta, sim como resposta, avivada pelo ar que ainda penetrava no seu corpo, ergueu-se a chama queimando lúcida e pura... Das profundezas sombrias o impulso incle­mente ardendo, a vida de novo se levantando infor­me, audaz, miserável. Um soluço seco como se a tivessem sacudido, alegria rutilando em seu peito in­tensa, insuportável, oh o turbilhão. Sobretudo acla­rava-se aquele movimento constante no fundo do seu ser — agora crescia e vibrava. Aquele movimento de alguma coisa viva procurando libertar-se da água e respirar. Também como voar, sim como voar... andar na praia e receber o vento no rosto, os cabelos esvoaçantes, a glória sobre a montanha... Erguendo-se, erguendo-se, o corpo abrindo-se para o ar, entregando-se à palpitação cega do próprio sangue, notas cristalinas, tintilantes, faiscando na sua alma... Não havia desencanto ainda diante de seus próprios mistérios, ó Deus, Deus, Deus, vinde a mim não para me salvar, a salvação estaria em mim, mas para abafar-me com tua mão pesada, com o castigo, com a morte, porque sou impotente e medrosa em dar o pequeno golpe que transformará todo o meu corpo nesse centro que deseja respirar e que se ergue, que se ergue... o mesmo impulso da maré e da gê­nese, da gênese! o pequeno toque que no louco deixa viver apenas o pensamento louco, a chaga luminosa crescendo, flutuando, dominando. Oh, como se har­monizava com o que pensava e como o que pensava era grandiosamente, esmagadoramente fatal. Só te quero, Deus, para que me recolhas como a um cão quando tudo for de novo apenas sólido e completo, quando o movimento de emergir a cabeça das águas for apenas uma lembrança e quando dentro de mim só houver conhecimentos, que se usaram e se usam e por meio deles de novo se recebem e se dão coisas, oh Deus.O que nela se elevava não era a coragem, ela era substância apenas, menos do que humana, como poderia ser herói e desejar vencer as coisas? Não era mulher, ela existia e o que havia dentro dela eram movimentos erguendo-a sempre em transição. Talvez tivesse alguma vez modificado com sua força selva­gem o ar ao seu redor e ninguém nunca o perceberia, talvez tivesse inventado com sua respiração uma nova matéria e não o sabia, apenas sentia o que jamais sua pequena cabeça de mulher poderia compreender. Tropas de quentes pensamentos brotavam e alastra­vam-se pelo seu corpo assustado e o que neles va­lia é que encobriam um impulso vital, o que neles valia é que no instante mesmo de seu nascimento havia a substância cega e verdadeira criando-se, erguendo-se, salientando como uma bolha de ar a superfície da água, quase rompendo-a... Ela notou que ainda não adormecera, pensou que ainda haveria de estalar em fogo aberto. Que terminaria uma vez a longa gesta­ção da infância e de sua dolorosa imaturidade reben­taria seu próprio ser, enfim, enfim livre! Não, não, nenhum Deus, quero estar só. E um dia virá, sim, um dia virá em mim a capacidade tão vermelha e afirmativa quanto clara e suave, um dia o que eu fizer será cegamente seguramente inconscientemente, pisando em mim, na minha verdade, tão integralmente lançada no que fizer que serei incapaz de falar, so­bretudo um dia virá em que todo meu movimento será criação, nascimento, eu romperei todos os nãos que existem dentro de mim, provarei a mim mes­ma que nada há a temer, que tudo o que eu for será sempre onde haja uma mulher com meu princípio, erguerei dentro de mim o que sou um dia, a um gesto meu minhas vagas se levantarão poderosas, água pura submergindo a dúvida, a consciência, eu serei forte como a alma de um animal e quando eu falar serão palavras não pensadas e lentas, não levemente sentidas, não cheias de vontade de humanidade, não o passado corroendo o futuro! o que eu disser soará fatal e inteiro! não haverá nenhum espaço dentro de mim para eu saber que existe o tempo, os homens, as dimensões, não haverá nenhum espaço dentro de mim para notar sequer que estarei criando instante por instante, não instante por instante: sempre fun­dido, porque então viverei, só então viverei maior do que na infância, serei brutal e malfeita como uma pedra, serei leve e vaga como o que se sente e não se entende, me ultrapassarei em ondas, ah, Deus, e que tudo venha e caia sobre mim, até a incompreen­são de mim mesma em certos momentos brancos por­que basta me cumprir e então nada impedirá meu caminho até a morte-sem-medo, de qualquer luta ou descanso me levantarei forte e bela como um cavalo novo.
***
Clarice Lispector

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Pensem com carinho!


Adeus!!!
Uma palavra que pra muitos é o final de algo, mas prá outros é apenas um novo começo...


O começo de uma vida sem sofrimentos de ambas as partes, a procura de uma vida melhor.


Algo meio impossivel querer a felicidade geral da nação, afinal nem Jesus Cristo agradou a todos então eu pobre mortal, nada mais posso fazer, para ser feliz e fazer a todos que estão comigo felizes também.

Mais quero deixar expresso aqui, que amo a todos, uns com uma intensidade maior, outros bem menos, mas nunca deixei de amar ninguem do meu convivel, seja amigos de verdade, ou apenas falsos colegas...

Quero apenas deixar bem claro que cada um de vocês contribuiram para minha vida, seja fatores positivos ou negativos, eu cai, levantei, cai novamente, mais sempre tirei uma lição de tudo...

Se dedicar demais a uma pessoa é a pior coisa que existe na face da terra, então você que está lendo isso, nunca, veja bem, NUNCA, dedique todo seu amor a uma pessoa apenas, pois qdo perde-la sentirá o mais profundo vazio do abismo e a unica coisa a qual vai querer é se jogar nesse abismo profundo e assim nunca mais voltar...

Ame a todos sempre... não deseje o mal a ninguem ele sempre acaba voltando, seja simples e de coração puro, assim sofrerá menos qdo cair e acima de tudo perdoe... nem que seu coração ainda sinta o aperto da raiva acometida.

Agora tenho que ir, algo melhor me aguarda, ou pior, quem sabe?

Apenas o pai dos pais, nosso grandioso DEUS...


Seja qual for o final, ele ja esta escrito, ñ tente muda-lo!


Andy

domingo, 11 de maio de 2008

MÃE...

Para a minha mãe e para todas as mães, um dia maravilhoso junto aos seus filhos e netos.



Falar das mães é falar de Deus, pois no coração delas está o verdadeiro amor. Amor que poderia até ser usado como exemplo, amor que se dá sem pedir recompensa.
Sem cobrança, sem distinção, sem egoísmo e até sem medir distância, nunca deixa de ser amor. Sua luta no dia a dia a faz uma mulher madura, competente, que sabe o que quer para sua vida.
Sexo frágil sim. Mas acomodada não.
Cada dia mais preparada, mas consciente de que o mundo foi feito para ambos os sexos e faz de tudo para que seus direitos e seus ideais sejam respeitados.
Com coragem e persistência luta a cada dia para ajudar na felicidade da família.
Parabéns mainha pela passagem do teu dia.
Você é a razão do meu viver. Te amo
Um beijo em seu coração...
Andy


sábado, 10 de maio de 2008

sexta-feira, 9 de maio de 2008




Hoje eu sou feliz, por saber aproveitar as oportunidades que a vida me concedeu...
Me admiro por ainda ver pessoas que não tem essa mesma capacidade de viver sua própria vida e fica cobiçando a felicidade alheia com o pior dos sentimentos a INVEJA.
Ao invez de desejar as borboletas do jardim a qual não é o seu, cuide de seu próprio jardim que um dia elas virão até você...

Bom final de semana a todos!!!
Bjos em vossos corações!!!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Nunca deixe para o amanhã...

Pense com carinho nessa mensagem e depois vc me fala o que achou...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Saudade é solidão acompanhada II

...




Com a proximidade do carnaval, uma dor toma de conta do meu peito...


Essa dor é chamada de Saudade...



Saudade dessa terra linda,




cheia de cantos e encantos;

saudade dos meus amigos que deixei por lá;



saudade de ver a alegria tomando de conta de cada rosto, de cada olhar, de cada um...






Saudade é solidão acompanhada.

A pior solidão... !

Pois, mesmo estando rodeado de pessoas legais, amáveis, que desejam a sua felicidade, você se sente só, apenas com suas lembranças alegres, de momentos felizes que jamais se apagará da memoria...

É como eu estou me sentindo agora, por não está em Salvador para curtir esse carnaval mágico que só a minha Bahia faz.


Um feliz carnaval para todos!

Divirtam-se, cuidem-se e acima de tudo, seja responsável!


Andy


Saudade é solidão acompanhada

...

Saudade é solidão acompanhada?
Nem sempre!

É quando o amor ainda não foi embora?
Só se a paixão ainda estiver presente!
Saudade é...


amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam, é a dor dos que ficaram para trás, é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:

"aquela que nunca amou."

E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido...


"TENHA UMA OTIMA QUARTA FEIRA..."



Andy


terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O que há por trás de amizades improváveis???

Todos nós precisamos de uma pequena ajuda, por isso pedimos pequenos favores.
Mas é sempre bom ter cuidado com aqueles, ociosos para ajudar, por que até os menores favores, carregam uma vontade de troca. É, muitos tem uma segunda intenção, não importa o que ele deseja, e naqueles casos raros em que ñ há nenhuma intenção, por trás, nós ficamos tão perplexos que pode falhar em conhecer a verdade.


O mundo está cheio de amizades improvavéis...

Como elas começam?

Com uma pessoa desesperadamente necessitada e outra disposta a oferecer ajuda.

Quando a bondade é oferecida, finalmente podemos ver o valor daqueles que antes nem ligávamos, e quando nos damos conta um vinculo se formou, mesmo que os outros não consiga entender.

Há amizades que não fazem nenhum sentido, mais se olharmos mais de perto, podemos ver porque essas alianças se formam. Afinal um objetivo em comum, podem unir até inimigos mortais.


É, amizades improváveis começam todos os dias. Ninguem entende isso melhor que os solitários.
É com isso que eles contam.
Pois precisam de um amigo, sendo este o bem mais precioso a qual eles desejam...

Tendo em vista que um Amigo é...
fruto de uma escolha; é uma opção de amor; é a descoberta da alma irmã; é a consciência clara e permanente de algo sublime que não está na natureza das coisas perecíveis.
É um tesouro sem preço, um gostar sem distância, de alguém presente em nosso caminho, nas horas de dúvida, de alegria, demais para ser perdido, importante para ser esquecido.
É de um amigo amoroso que todos precisamos e quando o encontramos, este amigo acaba de nos fazer um grande favor.
Pensem com carinho...
Sejam amigos, amigos verdadeiros que sempre está presente, seja na alegria ou na tristeza...

Bjokas no coração de todos vocês...

Andy

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

AS ARMAS DE JORGE


Eu estou vestido com as roupas

E as armas de Jorge.

Para que meus inimigos tenham pés

E não me alcancem.

Para que meus inimigos tenham mãos

E não me toquem

Para que meus inimigos tenham olhos

E não me vejam

E nem mesmo pensamentos eles possam ter

Para me fazerem mal

Armas de fogo,

Meu corpo não alcançaram.

Facas e espadas se quebrem,

Sem o meu corpo tocar.

Cordas e correntes arrebentem,

Sem o meu corpo amarrar.

Pois eu estou vestido com as roupas

E as armas de Jorge.

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Fé em Deus e pé na tabua!


Ja dizia a canção do grupo tribalistas.

Quem tem fé seja ela qual for deve acreditar fielmente e seguir os designos a qual nos foi concedido...
Pense nisso e siga feliz!
Bjos no coração de todos vocês...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Providência Divina!


Essa semana fiz uma postagem no blog de Netinho... E é interessante como Deus a age sobre nós pobres mortais...

A postagem foi a seguinte...


Andréa Primo disse...
Um certo dia uma pessoa me disse uma coisa e fiquei à pensar... É verdade! Muitas vezes queremos ultrapassar fronteiras, ter coisas que ñ estão ao nosso alcance(ainda),pra tudo tem seu dia, sua hora, seu momento exato para realização, pois, um dia Deus sempre mostra o que tem que ser visto, como deve ser visto, por quem deve ser visto. Não devemos esperar apressadamente, pois a pressa é inimiga da perfeição e Deus é perfeição. Espere Nele, com sabedoria. Abra os seu olhos para a vida, peça a Ele para te mostrar e não deixe para traz aquilo que deveria estar ao seu lado. Não permita que sua consciência tire o seu sono. Pense que o amor não se esvai. Doe-se! Ame mais! Seja feliz! Sem pressa. Cuide da sua alma. Cuide do seu corpo e do seu coração e não esqueça de olhar para quem está ao seu lado com os olhos de uma criança, Ame. Deus sempre mostra com clareza no tempo certo o que está no lugar errado, mas só é possível enxergar quando se tem olhos de criança. bjokass em seu coração lindo... Te amo muito!
20 de Janeiro de 2008 09:51

Então...

Semana passada fiquei muito feliz por poder ir a Luau em Ssa... Já que não vai ser possível passar o carnaval... Contudo, estava dando tudo errado, ñ conseguia providenciar as passagens, tudo dava errado! Mesmo assim não desisti de lutar, já que desistir rápido não é o meu lema.


Tinha até ontem para fazer tudo, já que viajaria hoje, mas foi aí que Deus me mostrou o por que de não viajar.

No final da tarde de ontem, soube de uma notícia que me alegrou, eu havia passado no concurso da cidade de João Pessoa. Tudo estava começando a fazer sentido, e o porque de está dando tudo errado.


A confirmação só foi possível quando vi as datas da realização da prova de titulo (entrega da documentação), era exatamente nos dias 24 e 25 (os dias que eu estaria em Ssa).

Hoje posso dizer com toda certeza, Deus escreve certo por linhas tortas... Se você ñ conseguir algo que quer muito não se preocupe, tudo na sua vida tem um propósito, agradeça e siga em frente!

Olhe sempre pelo lado positivo de não ter acontecido isso ou aquilo, mas haja com sabedoria e veja que na realidade Deus sempre está agindo em nossa vida.

Beijo no coração de todos vocês...

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

SHOW EM BEZERROS...

BLOCO BICHO PREGUIÇA COM NETINHO





O bloco foi marcado pelo encontro de alguns amigos (via net) onde se concretizou essa amizade...
Entre os fãs e blogueiros de plantão, estavam:

Josivan e Chyrlayne do Fã Clube "Nada Vai Nos Separar" de BezerrosSandro e a galera do Fã Clube "O Couro Vai Comer", de Natal/RN.
Adriano e SimoneMarthinha (Maceió/AL)Teco,
Marli e Adriana (Maceió/AL)
Jean (Natal/RN)
Bruno (Carpina/PE)
Eduardo e Andréa (Recife/PE)
Andréa Primo (Campina Grande/PB) - Eu claro!
Rouse, Viviane e Carol (Recife/PE)
Zegas, Glaciene e Jô (Recife/PE)
Carla (Caruarú/PE)
Thatiana, minha índia (Campina Grande/PB)
Alexandre Bolivar (Bezerros)
Fabio Enock (Vitória/ES)
Nando (Recife/PE)




FINAL DO PERCURSO HORA DE VOLTAR PARA O HOTEL...






segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Babado Elétrico

BABADO ELÉTRICO INDOOR














Acima estão Erica e seu namorado Ramon, meus amigos...


Já na saída para o evento...




Babado elétrico, realizado em João Pessoa, reuniu milhares de fãs da cantora Claudia Leitte, mostrando o sucesso realizado por ela.


















Foi muito bom prestigia-la...!!!


Um espetaculo de show.

Acima de tudo, seja feliz!

Acima de tudo, seja feliz!